Categoria: Adriano Batista Rodrigues

Infográfico: Por que fazer revistas digitais no formato PDF não funciona?

Por: Adriano Rodrigues

Muitas empresas tem seus negócios baseadas em Revistas Digitais, mas muitas dessas revistas estão no formato PDF. As revistas digitais no formato PDF, parecem ter muitas vantagens, mas isso é uma grande ilusão. As revistas no formato PDF, são econômicas no processo de produção, mas são um tiro no pé quando o assunto é negócio.

Saiba quais são os 10 motivos para você não fazer Revistas Digitais no formato PDF

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As barreiras da mídia digital

Por: Adriano Rodrigues

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A mídia digital vem crescendo a cada dia. Seu crescimento está previsto para ser de 12,7 % em 2016, com faturamento aproximado de US$ 76,6 bilhões arrecadados com publicidade. Apesar deste enorme crescimento, o mercado ainda está em fase de desenvolvimento. A dúvida por formatos de publicações (digitais ou online) ainda não está clara. As revistas foram para as plataformas de publicações digitais, já os jornais foram para as plataformas de publicações online. Na minha modesta opinião, os jornais saíram ganhando, mas isso é assunto para outra publicação.

Mas nem tudo são flores. A mídia digital precisa superar várias barreiras para ela ser viável do ponto de vista comercial. Muita gente não quer pagar pela informação, mas informação de qualidade tem valor. Valor do ponto de vista comercial e valor do ponto de vista conceitual. Quanto vale uma boa notícia? é possível ganhar dinheiro em mídia digital apenas com anúncio, ou os anúncios são abocanhados pelo Google? Todas essas perguntas nos levam a um cenário não muito favorável ao mercado de mídia digital. Vejamos a seguir outros fatores que podem atrapalhar o mercado de mídia digital.

Podemos apontar aqui alguns problemas que podem atrapalhar o desenvolvimento da mídia digital. Os problemas podem vir por questões econômicas, pois alguns veículos de comunicação querem cobrar pelos seus conteúdos, falta de acesso à internet, pois a internet ainda não tem um grande alcance como a tv e o rádio, o acesso aos aparelhos eletrônicos, ainda temos restrições preferência pela mídia impressa por um número considerável de pessoas.

Mesmo com todos esses problemas apontados, a mídia digital vem crescendo muito a cada ano. Com a resolução ou a amenização destes problemas e o crescimento da demanda das pessoas por consumirem mídia digital o mercado pode crescer muito nos próximos anos.

Será que num futuro próximo, ficará a cargo da mídia impressa apenas as edições de luxo ou projetos especiais?

O Brasil atual tem alguma semelhança com o livro 1984?

Por: Adriano Rodrigues

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O livro de George Orwel 1984, retrata uma sociedade muito ruim de se viver. Ao ler os conteúdos escritos nas páginas do livro 1984, percebi certa semelhança com o Brasil atual. Não quero fazer aqui nenhuma afirmação, mas me parece já ter lido esta história antes. Levantarei alguns pontos do livro, e quero saber de você o que acha desta minha hipótese.

 

Manipulação da informação?

O que vemos muito hoje na mídia impressa e digital, é informação para todo lado. Para tirar uma conclusão, leio, e assisto um pouco de tudo. Como resultado deste consumo variado de informações, vejo muita manipulação de informações de ambos os lados, além de “erros” grotescos nas informações de pesquisas por institutos consagrados.

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Propaganda do Governo

Nas capas das revistas brasileiras, vimos várias manchetes negativas e contras ao governo Dilma, mas agora, de uma hora para outra, o Brasil parece estar “melhorando”, ou até mesmo “reagindo”. Antes do afastamento da Presidenta Dilma Rousseff, o Brasil era outro, o país era só ruína. Será que estamos em outro Brasil, ou estamos morando no Canadá?

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Revolta fomentada pelo governo

Para dar força e sustentação para o impeachment, vários argumentos foram criados como: um único governo corrupto, um único grupo de ladrões vermelhos assaltando o país, incompetência de gestão, pedaladas fiscais etc. Motivos não faltaram. Sendo assim, o povo brasileiro foi ás ruas, revoltados e brigando um contra o outro. Na verdade, os dois lados brigam pela mesma coisa, todos nós queremos um Brasil melhor e mais justo, mas o show de imagens que vemos na mídia nos levam aos mais diversos pensamentos.

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Passeatas no Brasil

 

Rebelião contra o sistema

Cansados das manipulações, o povo se revolta contra o sistema e vai às ruas. No Brasil, a polarização fez com que o povo se dividisse tanto pelo bolso, quanto pelas cores e/ou ideais. Cada lado com seus motivos. Vai entender…

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Adore o Grande irmão e odeie Emmanuel Goldstein

Ainda no livro de Orwell, é relatado uma cena em que o cidadão deve parar por 2 (dois) minutos, atacar Emmanuel Goldstein e logo depois adorar o grande irmão. Vejo esta mesma cena quando ligo a TV a noite, nos telejornais ou quando leio as revistas.

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Manipulação da língua

O governo autoritário de 1984 criou um nova língua para manipular o pensamento do cidadão. No Brasil, algumas informações dadas por meio dos discursos verbais e não verbais apresentados nos jornais, acabam confundindo os leitores, mas só lembrando que “isso não vem ao caso”.

 

 

 Os Ministérios

A novilíngua acabou ajudando a nomear os ministérios da ficção criados por Orwel. Os conceitos eram totalmente invertidos, pois o ministério da paz é responsável pela guerra, o ministério da verdade responsável pela falsificação de documentos, o ministério da fartura é responsável pela fome e o ministério do amor é responsável pela espionagem e controle populacional. Parece que no Brasil este conceito foi aplicado direitinho no caso do ministério da transparência.

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O ministro da transparência Fabiano Silveira pede demissão do cargo

 

Teletela

A teletela é o nome dado a tela (monitor) de TV que vigia o cidadão. Para escapar da teletela, é preciso ficar no cantinho (ponto cego). No Brasil e no mundo, vivemos em um grande Big Brother, pois estamos sendo monitorados por câmeras de vigilância nas ruas e pelo monitoramento digital da internet o tempo todo.

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Os brasileiros presos foram monitorados nas redes sociais

 

Acesso restrito à educação

O acesso restrito à educação é uma prática antiga no Brasil, o que é um conceito burro e perverso adotado pelos nossos governantes. O fato de se pensar em dar uma educação de má qualidade ao povo, para que o mesmo não desenvolva seu senso crítico sobre os atos e ações dos governos, é tolice. O Brasil precisa de gente qualificada para crescer. A educação ajuda a salvar os ricos e pobres, a cultura ajuda a arejar e libertar nossa mente, e a fome pelo conhecimento ajuda a salvar nossas vidas.

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Acesso ao sexo

Em 1984, o sexo só era permitido para a procriação. Ainda bem que não tiveram esta ideia por aqui ainda, por isso é bom dizer: “Faça amor, não faça guerra.”

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Ilustração de Carlos Zéfiro – Capa do CD da Marisa Monte

o Google é o novo Big Brother?

Por: Adriano Rodrigues

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No livro 1984, George Orwell aborda o assunto da vigilância do cidadão pelo Estado. Esta afirmação é representada por meio de um televisor (monitor) que foi intitulado na novilíngua como teletela. A teletela era um aparelho bidirecional, isso quer dizer que tanto as pessoas podiam ver e serem vistas e podiam ouvir e serem ouvidas.

Além da teletela o livro apresenta também um cartaz com a figura do Grande Irmão (Big Brother). A ideia de vigilância apresentada por Orwell mostra que tanto o estado (governos) e as empresas (hoje em dia) nos vigiam o tempo todo. Isso quer dizer que estamos sendo monitorados por diversos órgãos e empresas como pelo seu governos, pelo Facebook, AmazonGoogle etc.

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Para entregar dados mais precisos sobre seus públicos aos seus anunciantes, o Google nos monitora o tempo inteiro. Ele quer saber e entender nossos comportamentos, nossos hábitos, nosso dia a dia, quer saber onde vamos, o que comemos, como nos divertimos e tudo isso com o nosso consentimento, isso mesmo, nós deixamos que o Google nos monitore o tempo inteiro. Vamos entender como o Google faz isso.

Antes de entrarmos nestes detalhes quero te fazer uma pergunta. Você sabe qual o primeiro maior buscador de conteúdos da web? Você dever ter respondido que é o Google, certo? Se você disse que é o Google, acertou. Agora, você sabe qual o segundo maior buscador da web do mundo? Pense bem. Você acha que é o Bing da Microsoft? Ou o Yahoo? A resposta está errada, o segundo maior buscador da web é o Youtube. Isso mesmo o Youtube. A maior plataforma de vídeo do mundo, o Youtube é o segundo maior buscador de conteúdos na web, e só para seu conhecimento o Youtube também é do Google (acredito que você já saiba disso).

Você usa Gmail, Drive, Google Docs, Google Calendar, Youtube, Google Maps e outros brinquedinhos do Google? Se a resposta for sim, você autorizou o Google a saber seus passos, quando você clica naquele botão aceitando (sem ler) as regras de uso destes aplicativos, você acaba autorizando o Google a te monitorar. Este monitoramento vem em troca de excelentes serviços, que geralmente são gratuitos, ou vai dizer que você não gosta dos aplicativos que citei? Eu chamo isso de iscas digitais, o Google de tá um excelente serviço e em troca você o autoriza a te monitorar.

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O que o Google monitora? A resposta é toda sua vida digital. Se usarmos as ferramentas do Google, ele acaba monitorando suas atividades na web e aplicativos, suas atividade de voz e áudio, as informações dos seus dispositivos, seus históricos de localizações, seus históricos de exibição de pesquisas e de vídeos do Youtube. Se você quer ver e até não autorizar mais a vigilância do Google, entre no link que vou te indicar. Você vai se assustar quando souber o que o Google sabe sobre você. Entre por aqui:  https://history.google.com

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Com os dados coletados de você, o Google vai te entendendo, sabe toda sua vida digital, vai conhecendo você, e todo esses conhecimentos são transformados em dados, que são usados para acertar cada vez mais em sua plataforma de publicidade. Quanto mais o Google te conhece mais, assertiva sãos as publicidades das suas plataformas. O Google é considerada a maior empresa de mídia do mundo. Você já reparou que o Youtube faz pra você sugestões de vídeos baseados em seu uso, já reparou que quando você faz uma busca, geralmente os primeiros resultados são anúncios? Isso acontece no buscador do Google, no Youtube e em outros lugares. Veja este exemplo: estes três primeiros resultados marcados em verde são anúncios do Google.

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O alerta de monitoramento feita por Orwell no livro 1984, sobre como o Estado (no caso do livro) e as empresas (nos dias de hoje) nos faz refletir como nossa privacidade invadida, como nossa vida é monitorada, como somos vigiados e se quisermos que isso não aconteça é bom ficarmos atentos em nossa vida digital, pois se você acha que ninguém está vendo o que você faz, engano seu.

Características da Mídia Digital

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A mídia digital distribui suas informações em suporte digital, isso quer dizer que sua visualização e acesso se dá por meio de telas, suplantadas em computadores, tablets ou smartphones. Diferente da mídia analógica a mídia digital não tem materialidade física, sua existência só acontece quando o usuário acessa esse conteúdo por meio digital, seja ela distribuída no formato PDF, HTML etc.

Além do acesso da informação por meio de suporte digital, outra característica importante é a distribuição que pode ser por meio de acesso offline ou online. O acesso offline precisa inicialmente de uma conexão online, mas após esta conexão o usuário pode fazer download do conteúdo, já a distribuição online, o acesso e o consumo do conteúdo só é permido por meio de conexão com a internet.

Para que a mídia digital tenha êxito é preciso que ela contemple algumas características. Podemos dizer que para sua existência é preciso primeiro quebrar a barreira digital, os usuráios precisam ter acessos aos equipamentos que suportam os contéudos e uma conexão online. Para que isso aconteça o conteúdo deve estar distribuído na internet.

Do ponto de vista da materialidade, a mídia digital pode nascer ou ser convergida para o processo digital. Em ambos os casos é preciso respeitar as particularidades das caraterísticas da linguagem digital. Outro ponto importante é a projeção de uma boa interface, pois o usurário precisa navegar em sua estrutura digital de forma clara e objetiva, criando pontos de contatos amigáveis. A velocidade de acesso também é uma característica de extrema importância para uma boa mídia digital.

Como consequência da mídia digital online é que as pessoas podem interagir em tempo real com seus usurários, podendo interagir com seus agentes criadores. Outro ponto importante é que a mídia digital ajuda na construção do conhecimento em rede, podendo atingir um número grande de pessoas, pois sua fluidez na rede a torna líquida, podendo ser encontrada pelos buscadores por pessoas interessadas nos assuntos abordados de sua publicação.

A mídia digital distribui suas informações em suporte digital, isso quer dizer que sua visualização e acesso se dá por meio de telas, suplantadas em computadores, tablets ou smartphones. Diferente da mídia analógica a mídia digital não tem materialidade física, sua existência só acontece quando o usuário acessa esse conteúdo por meio digital, seja ela distribuída no formato PDF, HTML etc.

Além do acesso da informação por meio de suporte digital, outra característica importante é a distribuição que pode ser por meio de acesso offline ou online. O acesso offline precisa inicialmente de uma conexão online, mas após esta conexão o usuário pode fazer download do conteúdo, já a distribuição online, o acesso e o consumo do conteúdo só é permido por meio de conexão com a internet.

Para que a mídia digital tenha êxito é preciso que ela contemple algumas características. Podemos dizer que para sua existência é preciso primeiro quebrar a barreira digital, os usuráios precisam ter acessos aos equipamentos que suportam os contéudos e uma conexão online. Para que isso aconteça o conteúdo deve estar distribuído na internet.

Do ponto de vista da materialidade, a mídia digital pode nascer ou ser convergida para o processo digital. Em ambos os casos é preciso respeitar as particularidades das caraterísticas da linguagem digital. Outro ponto importante é a projeção de uma boa interface, pois o usurário precisa navegar em sua estrutura digital de forma clara e objetiva, criando pontos de contatos amigáveis. A velocidade de acesso também é uma característica de extrema importância para uma boa mídia digital.

Como consequência da mídia digital online é que as pessoas podem interagir em tempo real com seus usurários, podendo interagir com seus agentes criadores. Outro ponto importante é que a mídia digital ajuda na construção do conhecimento em rede, podendo atingir um número grande de pessoas, pois sua fluidez na rede a torna líquida, podendo ser encontrada pelos buscadores por pessoas interessadas nos assuntos abordados de sua publicação.

Aprendendo virtualidade digital com o filme Matrix

Por: Adriano Rodrigues

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Os filmes são grandes fontes de entretenimento e informação. Transmitir informações não é obrigação dos filmes, mas isso acaba acontecendo. Se ficarmos com olhar atento e não nos entorpecemos pela narrativa dos filmes, podemos aprender muito com eles. Podemos usar como exemplo de aprendizado nos filmes é a partir da trilogia do filme Matrix. Nesta trilogia e em nosso texto entenderemos como se dá a virtualidade digital, além de outras discussões como os simulacros, simulações etc.

 

Vejamos aqui o que o filme Matrix pode nos ensinar sobre virtualidade. O filme, por meio de narrativas empolgantes e metáforas exageradas, discute o mundo real e o virtual. Nas cenas dos filmes (trilogia), esses mundos são separados por cores, onde o mundo real é apresentado por meio da cor azul, já o mundo virtual as cenas são predominantemente esverdeadas.

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Separação dos mundos: do lado esquerdo temos o mundo real e do lado direito o virtual

 

Uma pergunta interessante em se fazer neste momento é: o virtual existe? A resposta é sim. No mundo digital o virtual existe, ele só não tem presença física, mas sua existência é evidente. O virtual só existe quando é acessado, seja ele por meio de conexões online ou offline. Vejamos a cena em que Morpheus (Laurence Fishburne) explica para Neo (Keanu Reeves) o conceito da virtualidade. Ele apresenta duas poltronas vermelhas e diz que aquelas poltronas não existem no mundo real, sua existência só acontece no mundo virtual por meio de simulação, é uma imagem criada pela máquina computacional, a imagem da poltrona no mundo virtual é uma simulação.

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Morpheus explica a virtualidade para Neo

 

No campo da virtualidade digital, tudo que vemos, interagimos e ouvimos é fruto de códigos binários. No filme Matrix isso é apresentado de forma clara, o tempo todo e em toda trilogia. A materialização das formas acontecem por meio destes códigos, em qualquer tempo e em qualquer lugar, mas para que isso acontece só é preciso ter acesso.

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Códigos binários formar as imagens virtuais

 

Como já dissemos, no mundo digital, o virtual só acontece por meio de conexões do homem com a máquina simuladoras (computadores, tablets, smartphones etc). A conexão humana requer um esforço do indivíduo. No filme este esforço humano é representado por meio dos personagens onde eles se conectam por meio de cabos físicos, imersos em tanques repletos de fluídos espessos e gosmentos.

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Conexão do homem

 

A conexão online é ilustrada quando Morpheu utiliza o celular para se conectar com seus pares. O filme mostra em 1999 que a conexão virtual em rede aconteceria não só por meio de aparelhos com telas de computadores mas também por aparelhos telefônicos inteligentes, os famosos smartphones.

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Conexão do homem com as máquinas

 

O filme mostra que no mundo virtual o conhecimento está em todo lugar, só é preciso buscar, é só fazer o download. Esta ideia é mostrada quando os atores baixam aprendizados de lutas marciais, armas e todo tipo de objetos (arquivos). Claro que sabemos que esta cena é uma metáfora de um aprendizado rápido e sem barreiras físicas ou digitais, mas é importante salientar que apesar do exagero visual da metáfora isso acontece hoje, onde baixamos ou acessamos áudios, vídeo ou arquivos digitais para aprendermos algo na internet por exemplo.

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Treinamento no simulador de realidade

 

O filme também ilustra que no mundo virtual não há limite de tempo e espaço. Neste mundo, podemos voltar ao passado, viajar no futuro simulado e estar em qualquer lugar que queiramos. No mundo virtual o único limite está na imaginação e no nível da simulação. Dependendo do grau da verossimilhança das simulações as possibilidades do impossível nos parecem possíveis. Veja na cena abaixo o que o personagem Neo faz com as balas disparadas contra ele, elas são paralisadas e depois caídas antes de atingi-lo.

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No virtual o impossível é possível

 

Para finalizarmos e saírmos do campo cinematográfico, veja neste vídeo como Pierre Lévi explica o que é o virtual. Suas explicações nos ajudarão a entendermos melhor o mundo virtual.

 

Metaforizando o Google

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Por Adriano Rodrigues

Conversando com um amigo sobre tecnologia digital em um dia desses, ele comentou em tom de reclamação que havia feito um site e não estava tendo retorno, em relação ao Google. Disse também que não aparecia nas páginas do buscador nem mesmo se digitasse o nome da empresa dele. Ele me perguntou como funcionava este processo, por que o site dele não estava aparecendo no Google. Fiquei pensando como explicar esta situação para ele sem utilizar termos técnicos, e assim, expliquei a lógica do Google por meio de uma metáfora e agora quero compartilhar com você.

Comecei dizendo assim pra ele: Vamos substituir algumas coisas por outros significados. Vamos imaginar que seu site é um barco, o Google é o mar, e seus futuros clientes são os peixes. Imagine seu barco no grande mar que é o Google, ainda muito pequeno se pensarmos em proporções, saiba também que neste mar tem muitos barcos, que já estão navegando há muito tempo. Saiba que existem os mais diversos tamanhos de barcos e pelo que você me diz, seu barco é muito pequeno, vamos melhorar esta situação.

Agora me responda algumas perguntas: Para que você quer um barco? Para que você quer navegar neste mar? Quais investimentos você vai fazer em seu barco e em sua pesca? E por último, quais peixes você quer pescar? Para responder essas perguntas, vou te dar algumas dicas para navegar neste mar e pescar os peixes que você quer.

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Antes do barco, pense no que você vai fazer no mar. Faça um bom planejamento, trace suas rotas, pense em quais peixes você quer pescar e quais equipamentos são necessários para esta pesca. Não vá para esta viagem sem saber aonde quer chegar, quando você souber estas respostas, pense em ter um bom barco. Jogue fora o barco que você tem agora, pois ele não vai te levar a lugar algum.

Para que você se lance ao mar é preciso investimento, seu barco ainda é simples como uma canoa. Sugiro que você compre outro e não se preocupe, pois se você está achando que o investimento é alto, não esquente, com poucos recursos é possível ter um bom barco. Não se preocupe com o tamanho por enquanto, um barco pequeno mas com tecnologia adequada e  com os equipamentos certos você chegará muito longe, e consequentemente aumentará o tamanho do seu barco

Depois de traçar rotas, escolher o barco adequado e definir quais são os peixes você quer pescar, se lance ao mar. Lembre-se que para ter sucesso nesta viagem é preciso entender o mar, é como uma troca: Para que o mar te dê os peixes certos, é preciso que você pesque com as iscas certas. Existem os mais diversos tipos de iscas que devem ser usadas de acordo com os peixes que você quer pescar.

Não seja ganancioso, vá devagar, aprenda com esta pescaria, jogar a rede ao mar neste momento vai lhe trazer todos os tipos de peixes, como disse anteriormente, coloque somente as iscas certas para os peixes que você quer pescar, e “não tenha medo dos peixes grandes, pois eles só serão grandes para as pessoas que tiverem medo de pescar”.

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Se agir assim, aos poucos, pescará todos os peixes que você quiser.

Boa sorte em sua pescaria!