Categoria: 1984/2SEM13

Apple 1984

Por Jannayna Bolin Martelli

Em 1984 ,a Apple lançava seu computador Macintosh e exibiu comercial promocional no grande evento Super Bowl.
Esse é um grande exemplo como a mídia usa os outros meios de comunicação, nesse caso a literatura, para promover uma marca.

Anúncios

Impunidade NÃO!

Por, Luciano Silva
Conforme percebemos na reportagem do G1 da última semana, presos do mensalão conseguem privilégios especiais que outros presos não conseguem. Claro que em todos os Países sabemos de casos de impunidade, acontece que no Brasil isto sempre foi algo rotineiro e mesmo que alguns sejam presos, não significa que estamos livres desta chaga que nos atormenta desde o inicio de nossa história quando os primeiros estrangeiros pisaram nesta terra. http://g1.globo.com/politica/mensalao/noticia/2013/11/deputados-voltam-visitar-presos-do-mensalao-em-horario-fora-do-normal.html
Na letra de Fauzi Beydoun da banda Tribo de Jah, muitos são os problemas sociais do País, mas será que existe algo que possamos fazer para que algum dia esta estrutura do País mude? Ou tudo será sempre esquecido com a chegada do próximo carnaval e agora ainda a copa do mundo? Afinal “A justiça é cega, mas a injustiça podemos ver”.

Impunidade! (Tribo de Jah)
A justiça só é cega
Quando não quer ver
Quando a lei se nega
A se fazer valer
Para uns implacável
Para outros maleável
Ou até negociável
Ter leis em questão
É o mesmo que não
Leis sem efeito, que abrem exceção
Abrem precedentes a dúbia aplicação
Nunca propiciarão
Um estado de direito
Assim não se terá verdadeira nação
A impunidade
É um grave problema
É a face mais falha da sociedade
É o lado mais sujo do sistema
Como é que se sente
Um simples cidadão
Brasileiro descontente
Com a situação
Eu amo o meu país
E amo a minha gente
Mas me sinto infeliz
Eu acho deprimente
Esse estado de impunidade
E improbidade,vergonha nacional
Estado de injustiça,imundice e calamidade social
Eu digo não,como cidadão
Eu peço justiça,peço punição
Punição exemplar,justiça enfim
Não,não,não
Justiça sim,impunidade não
Punição exemplar a todos os culpados
Sem nenhuma exceção
Aos poderosos,abastados,ou ao mais nobre barão
Famigerados doutores,ricos ou bacanas
Sendo culpados,estejam todos em cana
Parlamentares pilantras,políticos interesseiros
Deputados descarados,banqueiros trapaceiros
Vereadores,prefeitos,governadores e empreiteiros
Corruptos,corruptores e seus fiéis escudeiros
Magistrados safados,empresários salafrários
Traidores da pátria,fazendo o povo de otário
Punição exemplar
Aos bandidos escondidos
Na imunidade parlamentar
Fazendo falcatruas,as escuras fazendo fortuna
Com o seu voto que colhem na urna
E saem às ruas como se nada houvesse
Ninguém lhes importuna
Mesmo quando enriquecem
Às custas de favores escusos do clientelismo
Do uso e abuso do fisiologismo
E das benesses do cobiçado poder
Eu digo não,não pode ser
Quanto descaso,quanta omissão
Quem pode se safa
O pobre é quem paga
Eu peço punição,punição exemplar
Não,não,não
Justiça já,impunidade não
A legião dos excluídos vai muito mal
Banidos que estão do convívio social
Debaixo dos barracos,pontes e sinais
Não desejam mais que uma vida meramente normal
Na televisão,em todos os canais
Aparentemente tudo vai bem demais
Logo vem outro carnaval
E fica tudo bem no país do futebol
Se rouba,se extorque,se frauda,se mata
Se burla,corrompe,sonega e escapa
Sem punição,nessa terra sem lei
Quem tem muita grana
Nunca vai em cana
Bandido rico é rei,até quando eu não sei
Eu quero ver quando é que vai se fazer
Uma verdadeira nação
Com direitos e deveres iguais pra todo e qualquer cidadão
Eu quero ver,punição enfim
Não,não,não
Justiça sim,impunidade NÃO !

A entrevista reveladora

Por Gustavo Alves

A entrevista de James Lewis, Diretor do Centro Internacional de Estudos Estratégicos (CSIS, na sigla em inglês), concedeu uma entrevista interessantíssima ao por Link, do Estado de S.Paulo, afirmando que a privacidade na internet é algo utópico. Vale a pena a leitura para entender uma visão americana sobre a censura sobre na rede.

http://blogs.estadao.com.br/link/a-privacidade-na-web-e-uma-ilusao/

Os “selfies” e a vontade de aparecer

Por Gustavo Alves

As redes sociais estão criando um novo tipo de personalidade: os “selfies”. São pessoas narcisistas que amam se adorar em fotos e adoram ser adorados por amigos de Facebook, Instagram e outras. É a vontade impressionante de se sentir querido que nos deixa cada vez mais distantes do que realmente importa.

O texto “Selfies” e a era de Narciso, de Giani Carta da revista CartaCapital, elucida bem o que acontece com nossa sociedade hoje: http://www.cartacapital.com.br/tecnologia/201cselfies201d-e-a-era-de-narciso-4538.html

Meu País querido!

     O último texto que a Poliana Guerra publicou neste blog de título  “Joana de Tal” em que ela fala de Chico Buarque, sobre sua mãe e coisas e tal, me inspirou a escrever sobre nosso querido Brasil colorido. Poliana falou de Chico e lembrei que aqui é o meu País, o mesmo de Ivan Lins, e hoje colorido e memorável, estou emocionado.
Emocionado resolvi parafrasear e versar um pouco sobre minhas memórias  em especial de uma certa Senhora minha mãe mais conhecida como dona Val, que mesmo em dias turbulentos me ensinou a sorrir, a amar as coisas e as cores deste meu País, do intelecto ao sobrenatural.
Motivadora e educadora por natureza sempre dizia: “Um dia melhora”!
E se pararmos para refletir um pouco, nada como um chá de otimismo para os dias que vão por ai a fora.

Meu País querido!

Brasil querido de murmúrios e pesadelos,

Mas também de belezas infinitas, de céu azul e de culturas mil.

Tu Brasil que és a nossa pátria amada,

Também poderia ser a pátria da justiça e por isso idolatrada.

Hoje Brasil querido, tu és mais paraíso dos apócrifos do que dos dignos,

Por permitir tantas facilidades aos que sucumbem nas práticas ignorantes.

Ainda assim, idolatrada salve salve pátria amada Brasil!

Complexos e gritantes somos todos que convivem nesta terra, neste instante.

Mas afinal Brasil querido, quem são os seus brasileiros? Quem somos?

Luciano Silva

A mineração do Banco Imobiliário

Por Juliana Mortari

O poder é descentralizado e independe totalmente das políticas monetárias presentes na sociedade. Menos parecido com o dinheiro e mais relacionado a barras de ouro (algo que nenhum governo inventou), o Bitcoin reflete a clara popularidade de serviços bancários via internet.

A tecnologia digital atual, permite realizar a negociação via Bitcoins, moeda que não é aceita por nenhum banco ou governo, além de ser 100% virtual. E para a nossa felicidade (ou não), muitos estabelecimentos ao redor do mundo já aceitam trocá-la por serviços prestados.

O café chamado Room 77, em Berlim, se define como “o restaurante do fim do capitalismo”. Os clientes consomem a vontade e pagam com o dinheiro do Banco Imobiliário (apelido dado por alguns economistas que acham tudo isso uma grande loucura).

No último mês de maio, a soma de todos os Bitcoins circulando no mundo ficou em US$1 bilhão. Isso significa que o primeiro pré-requisito para funcionar como dinheiro (de verdade) já foi preenchido: é algo que as pessoas querem e acreditam ter valor.

A adesão por parte dos usuários e comerciantes cresce dia após dia e a ideia que surgiu em 2008 como uma grande brincadeira, começa a se destacar no mundo dos negócios. Basta imaginar que o dinheiro de papel foi extinto e sobraram apenas as transações via home banking. Incrível, não?

Por outro lado, é possível pensar que estamos diante de uma das maiores inovações já provocadas pela internet. Afinal, o Bitcoin conseguiu inovar no ativo mais valioso de todos os tempos: o próprio dinheiro.

(des)conecte-se

Por Juliana Mortari

Para David Baker, ex-editor da versão inglesa da revista Wired, o trabalho, os relacionamentos e a simplicidade estão intrinsecamente relacionados a forma como usamos a tecnologia e os impactos da internet na nossa vida.

A tecnologia é sedutora, nós estamos apaixonados. A relação adolescente com a ferramenta está pela primeira vez nos dando a oportunidade de entender e compreender como é viver com ela. Essa nova fase diz respeito as formas de usabilidade e, principalmente, ao propósito que damos a vida e como atingi-lo.

É muito mais interessante usufruir dos meios de comunicação como ‘ferramentas’ de apoio, ao invés de encará-los como ‘mestres’ que ditam as regras do jogo. Experimentar momentos de desconexão pode ser muito vantajoso e (bem) menos assustador do que imaginamos. Afinal, nós estamos viciados em tecnologia, mas não precisamos dela para viver.

“As pessoas descobrem que a tecnologia é incrível, mas faz com que nós deixemos de descobrir coisas que nós temos que começar a buscar novamente. Uma conversa ao vivo é muito diferente de uma conversa por Skype. Temos que entender que há coisas que as pessoas fazem melhor do que a tecnologia.” David Baker

O questionamento é a base para entender o cenário atual e viver melhor. Algumas suposições nem sempre estão corretas. A sociedade capitalista aprecia o trabalho e a conexão 24 horas por dia. Mas se a tecnologia nos deu a oportunidade de trabalhar rápido e de forma mais inteligente, por que ainda ficamos tão estressados, infelizes e sem vida pessoal?