a ponte entre o brooklin e a aldeia Bororó

O BLOG

Este é o blog da disciplina Mídia, Complexidade e Poder, do curso de Pós-Graduação em Comunicação da Faculdade Cásper Líbero. A cada semestre, o Prof. Dimas A. Künsch e seus alunos fazem deste espaço uma espécie de grande roda de conversas sobre os temas das aulas e dos seminários. Por isso os posts aparecem sob a categoria de equipes de trabalho, constituídas ao redor do estudo de obras clássicas nesse terreno: 1984, Admirável Mundo Novo, Cidadão Kane, A Montanha dos Sete Abutres, Tempos Modernos… – e outras que virão. Além de servir de espaço para a autoria e o debate constante, e animado, sobre os temas dos posts, o blog é utilizado também como avaliação final da participação e contribuição de cada pós-graduando para a construção coletiva de conhecimentos. Aqui, cada autor é responsável pelo conteúdo de seus posts. Por isso, o post vem assinado. Ah, o nome do blog foram uns alunos que deram, já faz um tempo: Media et potere = Mídia e poder, em latim!

MÍDIA E PODER

A disciplina é sobre isso: mídia e poder. O poder da mídia. A mídia e o poder. Também sobre o poder e a falta de poder de cada cidadão, dos grupos, das organizações, da sociedade política e da sociedade civil. As várias formas de poder, como as várias formas de mídia. A mídia de tipo eletrônico e o corpo como mídia. O poder com letras maiúsculas e o poder com letras minúsculas. A vascularidade do poder. Os micropoderes e os macropoderes. Tanto poder e tanta falta de poder. O poder dos oligopólios midiáticos, mas também o poder do Zé da Esquina, o poder que ele possui e o que não possui. A exclusão e a inclusão. A cidadania e a falta dela. O poder das redes e suas ilusões. As ágoras modernas e o velho e bom poder hierárquico, de classes, de elites econômicas, intelectuais, religiosas…

COMPLEXIDADE

Mídia e poder não são temas simples, para você resolver com uma tacada, com uma explicação qualquer, de tipo reducionista, determinista. Mídia é mais que (só) “grande mídia”. Aqui, a ideia de complexidade, no sentido de uma rede sempre muito grande de sentidos, tem vez e voz. Tecer sentidos: eis o desafio. Menos explicação e mais compreensão. Menos pontos finais e mais vírgulas, reticências, pontos e vírgulas. Menos conceitos e mais noções. O termo “compreensão”, nesse contexto, assume toda a sua relevância, no sentido da construção de conhecimentos: comprehendere, latim = juntar, integrar… abraçar. Um pensamento que dialoga, que abraça diferentes sentidos, que negocia. Menos (falsas) verdades e mais sabedoria, ou amor à sabedoria (filosofia). É este, mais ou menos assim, o ponto de vista (epistêmico) com o qual se tenta trabalhar neste blog e na disciplina de Mídia, Complexidade e Poder.

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