Visualizada e não respondida: os corações partidos

Por Desirêe Galvão

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Meme de RuPaul (Internet)

Nos dias atuais é preciso ter muita maturidade para não se envolver em brigas por conta de mensagens visualizadas e não respondidas. Na cultura brasileira, tal atitude rude, vem sendo encarada como falta de educação, como se a pessoa que visualizou e não respondeu estivesse ignorando e até maltratando o remetente.

Na Compós 2017, realizada na Faculdade Casper Líbero, o foi discutido no GT de Comunicação e Cibercultura, onde a pesquisadora Francine Tavares apresentou o artigo referente a pesquisa dela “VISUALIZADA E NÃO RESPONDIDA”: sobre a mediação digital das relações amorosas e a emergência de patologias contemporâneas”.

O artigo apresentou resultados de uma pesquisa empírica sobre as relações afetivosexuais medidas através das Tecnologias Digitais de Comunicação (TDC), vulgo chats como Whatsapp e Messenger. Tavares reflete sobre doenças que podem vir a surgir a partir de tais situações contemporâneas, e a influencia de tais meios de comunicação com os atuais modos de vida. Sim, os resultados demonstram que a maioria esmagadora das pessoas sofre de alguma forma ao serem ignoradas.

Além disso, Tavares apresentou também parte de uma outra pesquisa em andamento, em direção a compreensão dos fenômenos patológicos configurados com  “amor patológico” e “love addiction”no Brasil e no Mundo.

Leia o artigo clicando aqui.

 

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