A relação entre mobilidade e violência contra a mulher

Por Sheyla Melo

Frederico Bussinger no último encontro do repórter do Futuro que aconteceu no dia 20 de maio de 2017 na  Câmara Municipal de São Paulo nos traz um posicionamento sobre a mobilidade e a logística na cidade de São Paulo.

Frederico Bussinger é Engenheiro, Consultor Técnico e ex-Secretário Municipal dos Transportes de SP

FREDERICO BUSSINGER É ENGENHEIRO, CONSULTOR TÉCNICO E EX-SECRETÁRIO MUNICIPAL DOS TRANSPORTES DE SÃO PAULO

Ao ser questionado sobre se a violência contra a mulher tem relação com a mobilidade, a resposta de Bussinger é que o transporte por atingir todos o território de São Paulo sempre terá dados de violências, já os dados obtidos pelo Estado de São Paulo por meio da lei de Acesso à Informação relata que em 2016 foram 188 casos relatados nos trens e 31 em ônibus, sendo 4 casos por semana registrados.

Outro fato é que pessoas estão mais vulneráveis por passarem tanto tempo no transporte ou na rua aguardando os longos intervalos entre os ônibus e neste caso se o transporte estiver lotado, maior ainda é o risco de assédio às mulheres. Logo as locomoções das pessoas das bordas para o centro eleva problemas na mobilidade e nessa ideia outro problema da mobilidade é a criação de conjunto habitacionais isolados e o quanto isso impacta no transporte.
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