Pesquisa adverte: Instagram é prejudicial à saúde mental

Por Simone Cristina Dantas Miranda

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Que as mídias sociais impactam em nossa rotina, nós já sabemos, só não conseguimos mensurar o quanto. Essa é a proposta de uma pesquisa recente da Sociedade Real para Saúde Pública, do Reino Unido. No estudo, 1500 jovens britânicos com idade entre 14 e 24 anos avaliaram como as plataformas de mídias sociais que usavam impactavam questões como depressão, ansiedade, solidão e o senso de comunidade.

Os aplicativos de imagem foram indicados como piores para a saúde mental e bem-estar social. O Snapchat e o Instagram, segundo Shirley Cramer, chefe executiva da Sociedade Real para Saúde Pública, por terem foco na imagem, parecem estar associados à sensação de inadequação e ansiedade entre os jovens.

A constante preocupação com o que os outros pensam aliada à necessidade de estar online o tempo todo afeta de forma negativa o sono, a percepção do corpo e cria o medo de ficar de fora (fear of missing out), principalmente nos britânicos mais jovens que participaram da pesquisa.

Fato é que o Instagram tem 500 milhões de usuários ativos, 95 milhões de fotos postadas e 3,5 bilhões de curtidas diariamente. Não podemos culpar as redes somente, há que se pensar sobre o que é prioridade em nossa rotina e extrair de pesquisas como estas aprendizados que nos ajudem a orientar nosso grupo social. Quem não tem um amigo viciado em mídias sociais, que atire a primeira pedra.

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